Órgão assume o caso por entender que envolve recursos federais, mas não despertou o interesse do MPF, Polícia Federal e CGU.
Instituto barra iniciativa da Secretaria de Segurança Pública e da Assembleia Legislativa em favor da população e carimba o selo do desserviço.
Polarização cria uma espécie de campanha paralela inclusive em Belém, mas a CNBB, promotora do evento, não se manifesta.
Para piorar, o tesouro municipal claramente não tem capacidade de assumir os mais de R$ 32 milhões mensais que serão pagos às novas empresas do lixo.
Lei aprovada pela Câmara prevendo atenção aos refugiados ainda não saiu do papel; indígenas recém-chegados do sudeste do Pará sobrevivem da boa vontade da população.
A quem interessa o imbróglio: homens públicos de alta respeitabilidade, através de assessores, familiares e “laranjas”, membros do Judiciário, parlamentares e grandes empresários (Final).
De como o herdeiro de um inventário bilionário expropria mãe e irmã para viver de luxo e riqueza: uma história de corrupção, interesses, leniência judiciária, mentiras e crueldades (Parte 1).
Paulo Rocha defende dar suporte à reeleição do prefeito para derrotar o candidato da direita; para Beto Faro, a ideia é converter o PT em “puxadinho” do MDB e seguir as ordens do governador.
Decisão levou em conta a avaliação dos nomes dos candidatos à sucessão do prefeito Raimundo Oliveira e o fortalecimento do MDB na região.
Não foi por falta de aviso da coluna: representantes da Defensoria Pública, MPF e Organização Internacional para as Migrações estiveram na casa e nada fizeram por suposto “respeito à vontade do paciente”.
No curso de 400 anos, a cidade teve lampejos de grandeza e desenvolvimento, entrando em declínios que surrupiaram da população a dignidade de bem viver.
Em Pebas, governador adverte MDB de que “caititu fora do bando vira comida de onça”, e na capital chama para si e para os seus mais uma obra para abrilhantar a COP30.
"Esta ação é muito importante para a construção e o fortalecimento da nossa luta contra uma desgraça, uma ameaça de total destruição da Volta Grande do Xingu..." (Antônia Melo, representante do Movimento Xingu Vivo).
Empresa do Maranhão contemplada com R$ 13 milhões para executar o serviço que não anda, nem desanda contabiliza mais de R$ 50 milhões em contratos semelhantes em Belém.
No prédio do Instituto Carlos Gomes existe um elevador que se encontra parado; aliás, que nunca sequer funcionou...
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