ntimidação, pressão psicológica, boatos, narrativas ou factoides contra os integrantes da Comissão Executiva: não há limites na Unimed Belém para o clima de instabilidade funcional deflagrado pelo presidente da cooperativa, o CEO Wilson Niwa, também presidente do Conselho de Administração, eterno inconformado com a decisão da Justiça que validou eleição e posse da nova Direx, em março deste ano.

Em uma de suas cartadas, o CEO determinou que fosse sustada a contratação do escritório João Paulo Mendes Neto como consultoria jurídica externa da cooperativa, além de bloquear os honorários devidos. Os novos diretores não se renderam e mantiveram a contratação.
Há seis meses, o escritório Mendes
Neto trabalha sem receber vintém, depois de ter sustentado, na refrega de
liminares e recursos judiciais, a legalidade da assembleia-geral que removeu
cinco ex-diretores da linhagem de perfil medieval, autoritário, ditatorial e
iracunda do CEO.
Ataque frontal
Frustrado nas sucessivas tentativas,
barradas pela Justiça, de retorno do Direx que lhe prestava vassalagem, Wilson
Niwa desatou ofensiva intimidatória: enxurrada de processos administrativos
disciplinares e denúncias sem denunciante identificado contra os integrantes da
Direx. Vazamento no Conad permitiu saber que o Comitê Técnico, penduricalho
ventríloquo do CEO, recebeu dura resposta contra a infamante denúncia.
Surpreendido, Niwa e os acólitos do Conselho de Administração se encolheram por
dois meses para, agora e então, alvejar o mesmo membro do Direx com outra
insustentável denúncia da modalidade crime “déjà vu” sem cadáver: determinou
que lhe fossem repassadas cópias de todos - todos - os papéis com a assinatura
do diretor-alvo - comunicação interna, bilhetes, memoranda, relatórios, e-mails
e zaps, sempre com a recomendação de sigilo da informação às chefias demandadas
pelo surto investigativo.
A voz do trovão
Dizem na cooperativa que o Niwa à
“Kempeitai” de hoje sequer faz lembrar o magnânimo - com os dele - de ontem.
Por mais de dez vezes, a ex-diretora financeira do Direx foi denunciada
ao compliance da cooperativa por assédio moral. Dócil, o compliance jamais
puniu a correligionária do presidente, mesmo quando destratou um diretor que,
abalado, renunciou ao cargo. A diretora abalava o organograma de alto a
baixo.
“O Belo Antônio”
Para observadores da refrega Niwa
versus Direx, o busílis da questão está no Prime - um “Belo Antônio, em
linguagem cinematográfica, segundo murmúrios entre cooperados e associados bem
informados -, hospital chique da Unimed, cereja do bolo da cooperativa com
ingredientes orientais amargos: só anotava prejuízos e insuportáveis anomalias.
O diretor-clínico recebia salário inferior ao de seletivas enfermeiras.
O novo Direx logrou estancar a
caótica escalada de prejuízos que chegaram a cravar R$ 11 milhões mensais.
Hoje, os números descendentes aproximam-se dos R$ 3 milhões. "Intoleráveis
ainda", diz à reportagem fonte ligada ao Direx.
A mesma fonte, ouvida na condição de
anonimato, considera que o CEO tenta desqualificar a competência
profissional - se possível, também o perfil moral -, administrativa e gerencial
dos novos diretores com assédios, boatos, cizânia de toda ordem para, com essa
bateria, convocar nova assembleia-geral e se apresentar como “pedra angular”
sobre a qual está edificada a Unimed Belém, esquecido, talvez, que os acossados
pelo destempero emocional possam revelar teia de peculiares medidas tomadas por
Niwa, o senhor da razão.
Serviço espião
Nos corredores da sede administrativa
da Unimed Belém, à rua Curuzu, a coluna ouviu: “o Japonês está fora de controle
no propósito de se perpetuar no cargo de presidente, não importando meios e
métodos de ação”.
A explicação: dois anos depois de
implantada a governança, só agora o médico Wilson Niwa resolveu
instalar os Comitês de Risco-Integridade e o de Auditoria. São seis membros
efetivos e quatro suplentes, todos ligados a ele. Alguns dos indicados não têm
formação e experiência como auditor. Finalidade dos comitês: xeretar o trabalho
dos diretores da Comissão Executiva eleitos por maioria de 65% dos médicos
votantes em assembleia geral cuja posse o CEO tentou empastelar.
A Justiça prevaleceu, mas Niwa segue
tramando manobras, dia sim outro também desafiando a decisão.
Papo Reto

Nem só de lixo e limpeza de canais se alimenta a
inadimplência da Prefeitura de Belém sob a gestão Ed50 (foto): a
locação de veículos e aluguéis também já não são pagos há meses.
Documento
em poder da coluna comprova que a Faculdade Unopar anda negativando junto ao
Serasa pessoas que nunca se matricularam, mas apenas enviaram dados pessoais
para consultar a disponibilidade de vagas
A polícia precisa investigar urgentemente as ações
de uma suposta quadrilha que, nas últimas semanas, tentou sequestrar jovens e
adolescentes no Conjunto Satélite.
Pais
estão em polvorosa, porque foram quatro tentativas frustradas com os marginais
utilizando um veículo vermelho e outro prata.
Vereador Benedito Barbosa bota em saia justa o
candidato oficial da família Braga à Prefeitura de Mocajuba, vereador Fabrício
Braga.
Denuncia
caos na saúde do município, secretário que não trabalha e falta de remédio e de
médicos que têm levado a população a estresse.
Da série "se a inveja matasse..." O
governador Ratinho Junior, do Paraná, lançou o ambicioso Programa Estadual de
Proteção de Nascentes, com a meta de preservar 30 mil fontes e minas d’água até
2026.
A ONS reduziu a carga de linhas e
adiou a manutenção no sistema elétrico. Após o apagão, o operador nacional do
sistema adotou medidas "mais conservadoras" para garantir a
segurança do fornecimento de energia no País.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil exige que o governo atue de
forma clara contra a aprovação do marco temporal.
Acredite,
a Polícia Federal fechou nada menos do que 170 empresas de segurança privada
não autorizadas e que vinham operando de maneira clandestina no País.
Por causa de incêndios, governo do Canadá exige que a Meta suspenda
bloqueio de notícias; empresa vem barrando o conteúdo jornalístico em suas
plataformas após aprovação de lei que obriga big techs a
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