A programação vai seguir até amanhã com oficinas, cursos e ações culturais
A abertura do encontro “Eu Quero ver Idalina - Mulheridades Guardiãs da Tradição” foi realizada na noite desta sexta-feira, 25, no Teatro Popular Nazareno Tourinho, no bairro da Cidade Velha. O evento é promovido pelos Coletivos de Capoeira Angola, Angola Flo e Angoleiras Cabanas, além do Coletivo Artístico Olaria Mundiar, e tem apoio da Prefeitura de Belém.
Com o objetivo de valorizar as tradições negras da Amazônia e, ao mesmo tempo, questionar as práticas neocoloniais nos territórios, o evento vai reunir até o domingo, 27, mulheres mestras, contramestras, treineis e praticantes em geral de linhagens de Capoeira Angola, com representantes de mestras locais de Samba do Cacete e Candomblé.
Abertura - O prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, participou da abertura e destacou importância do evento. "O evento homenageia uma das mais importantes mestras, uma iniciadora da capoeira amazônica. E isso é tradição e, quando a gente fala dela, estamos falando de futuro. Isso é recuperar a história e buscar um futuro de justiça e igualdade para as mulheres negras", comentou o gestor municipal.
Uma roda de conversa abriu a programação e contou com a participação de Mameto Nangetu e de Mametu Maugile, que destacaram as similaridades da área da capoeira com a religião da matriz africana. A noite foi encerrada com uma grande roda de capoeira na praça do Carmo.
Programação - A programação vai seguir até o domingo, 27, com oficinas e cursos para os inscritos no evento. Já as rodas de capoeira e o samba serão abertos e realizados na praça do Carmo, a partir das 18h. Segundo Carmem Virgolino, uma das organizadoras, a programação toda foi feita a partir de dois coletivos. "O objetivo é trazer a capoeira e os coletivos para debater".
O encontro também receberá as presenças de Mestra Cristina, do Rio de Janeiro, Mestra Dandara, natural do Maranhão, mas que reside em Salvador, e da Contramestra Carla Natureza de Feira de Santana. "Pautar a importância de falar sobre os territórios das mulheres amazônicos. A cidade hoje é pauta internacional e também é importante firmar o espaço das mulheres guardiãs das tradições", comentou Bruna Martins, organizadora.
Por Agência Belém
Foto: Mácio Ferreira/Ag. Belém
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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