Nome do atual presidente do Sindifisco teria sido apresentado por Beto Faro, mas há controvérsia: apesar da influência na gestão Renê Júnior, Alcântara é tido como opositor da gestão do senador do PT.
urmúrios provenientes da Secretaria da Fazenda do Estado dão conta de supostos “malabarismos” do titular do cargo, Renê Souza Júnior, para tentar contornar o tensionamento de forças políticas que atuam internamente na disputa de espaços estratégicos na administração tributária. O poder da Secretaria desperta cobiça desde sempre e não é novidade para ninguém.

Atualmente, porém, egos aflorados por influências
políticas externas dão um contorno bem mais agudo às disputas, uma das quais
envolve o cargo do auditor fiscal Paulo Rodrigues Veras, atual diretor de
Fiscalização da Secretaria.
Fontes ouvidas pela coluna no governo do Estado dizem que
Paulo Veras serve apenas um grupo específico de auditores, hoje, por assim
dizer, relativamente fragilizado por circunstâncias políticas e pelo
distanciamento.
Nesse ambiente, o secretário Renê Souza se obriga a
exercitar suas habilidades de administrador, inclusive concedendo benefícios às
categorias do Fisco estadual, entre elas o próprio sindicato, o Sindifisco,
convenientemente consultado e ouvido pela gestão fazendária. Os resultados,
porém, são duvidosos.
As pelejas políticas romperam as paredes do prédio da
Secretaria, na Doca, e chegaram ao Palácio dos Despachos com sinais de
insatisfação - um deles do senador Beto Faro.
Segundo as fontes da coluna, o senador do PT teria
apresentado uma lista à Casa Civil na tentativa de nomear ao cargo de diretor
de Fiscalização da Secretaria um nome para chamar de seu. Um dos nomes é bem
conhecido - e reconhecido - pela atual gestão fazendária: Charles Alcântara,
presidente do Sindifisco.
Na justificativa da proposta, o senador teria destacado “o
espaço conquistado por Charles Alcântara” na gestão Renê Júnior, inclusive com
indicações de coordenadores fazendários, mas nessa fronteira reside uma
interrogação.
Embora integrante do quadro orgânico do PT - e talvez
exatamente por isso -, Charles Alcântara, ex-secretário do governo Ana Júlia e
candidato nas últimas eleições à Assembleia Legislativa, é tido e havido como
“opositor declarado” da condução da gestão Beto Faro à frente do partido”.
Resumo da ópera: ou a suposta lista de nomes do senador
Beto Faro não passa de intriga da oposição - e tenta consolidar a noção de que
o petista não emplaca indicações para cargos importantes no Estado -, ou tem
caroço demais nesse angu.

O Ibama retomou nesta semana a
fiscalização da pesca industrial no Pará, com a visita a uma única empresa de
Icoaraci, onde apreendeu um barco e 5 toneladas de pargo por fato de
licenciamento específico.
Corre à boca pequena no setor que a
dita embarcação sempre atuou livremente, entregando sua "produção" em
outro trapiche, capitaneado por um empresário estrangeiro, com quem o
proprietário teria se desentendido na sua última entrega.
O estrangeiro seria muito bem
"assessorado" por um líder nacional que, por fazer parte do staff do
Ministério da Pesca, teria informações privilegiadas e poder de fogo para
sufocar os “rebeldes”.
A Associação dos Jornalistas de
Turismo do Pará deve apresentar em congresso previsto para Belo Horizonte,
neste mês, a candidatura de Belém como sede do evento em 2024, com vistas à COP
30, em 2025, também na capital paraense.
A presidente da entidade, Tânia
Monteiro (foto), espera contar com o apoio do Ministério do Turismo - leia-se
Celso Sabino -, e das entidades do setor no Estado.
É cada vez maior o uso de pneus e
pedaços de madeira como sinalizadores do trânsito em Belém. O “serviço” é
disponibilizado pela população nos quatro cantos da cidade.
Pescadores artesanais de 94
municípios do Norte afetados pela seca receberão auxílio de R$ 2.640, previsto
em medida provisória publicada em edição extra do DOU.
Pelo entendimento da 8ª Turma do
Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região/SP, o tempo de deslocamento interno
nas empresas pode ser considerado como hora extra.
“Xiitismo e vitimismo”, eis a combinação
perfeita para disputas de qualquer natureza nestes tempos de guerra tanto lá,
no Oriente Médio, quanto cá, no Sindicato dos Jornalistas do Pará.
Em tempo: nunca, jamais, em tempo
algum se viu uma partidarização tão grande no sindicato de classe onde, ao
contrário da história, pombo sinaliza guerra.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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