Flávio Dino derruba decisão do TSE e abre crise na reta final: a serviço da reeleição? Asfalto novo, degrau velho e o Círio pela frente; muito cuidado com desnível da rua Contrato de mais de R$ 2,3 milhões ajuda a revelar engrenagem da operação Sonar

Líderes evangélicos negam 'guerra' com católicos e repudiam fakes news

Em nota, líderes repudiam história falsa de que Flávio Bolsonaro vai retirar de Nossa Senhora Aparecida a condição de padroeira do Brasil

  • 73 Visualizações
  • Da Redação | Estadão conteúdo
  • 29/09/26 10:00
Líderes evangélicos negam 'guerra' com católicos e repudiam fakes news

Brasília, DF - O Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade que diz reunir 10 mil pastores de diversas denominações, publicou uma nota nesta segunda-feira, 28, em que "repudia com veemência" o que chama de "utilização de uma fake news por Lula e seus seguidores para atingir um adversário político".


O texto faz referência a uma história falsa disseminada por apoiadores do atual presidente da República para afirmar que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) vai retirar de Nossa Senhora Aparecida a condição de padroeira do Brasil. Flávio negou reiteradamente qualquer intenção nesse sentido. Segundo a publicação do Cimeb, Lula e seus apoiadores atuam para "promover uma guerra religiosa entre católicos e evangélicos".


Entre as 14 lideranças evangélicas que assinam a manifestação, estão apoiadores declarados de Flávio, como o pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), o apóstolo Estevam Hernandes, líder da Igreja Renascer em Cristo, e o bispo Robson Rodovalho, da Igreja Sara Nossa Terra.


"Evangélicos e católicos vivem em paz. Não existe nenhuma iniciativa por parte de líderes evangélicos, junto a nenhuma candidatura, para promover o cancelamento de feriados ou cultos de qualquer religião", diz o texto.


Foto: Divulgação

Mais matérias Política

img
Olavo Dutra

Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.