Fusão cria bloco com maior bancada na Câmara e 14 senadores e ampla presença nos Estados; no Pará, projeta crescimento acelerado rumo às eleições.
política brasileira ganhou uma nova configuração com a oficialização da fusão entre os partidos União Brasil e Progressistas (PP), formando a federação União Progressista (UP). O anúncio foi feito ontem, terça-feira, 29, em cerimônia na Câmara dos Deputados, e consolidou o novo grupo como a maior força política do Congresso Nacional: são 109 deputados federais e 14 senadores, ultrapassando o PL, que liderava na Câmara.

Entre os Estados, o Pará desponta como uma das principais apostas da UP. A nova federação já nasce forte na região, sob o comando do ministro do Turismo, o paraense Celso Sabino, figura influente no cenário político nacional e ex-presidente estadual do União Brasil.
A liderança de Sabino no Estado, aliada à sua visibilidade no governo federal, aponta para uma articulação robusta que promete impactos significativos nas eleições municipais de 2024 e nas gerais de 2026.
“A União Progressista representa equilíbrio, responsabilidade e maturidade política. A população brasileira precisa de alternativas sólidas, que fujam dos extremos”, afirmou Sabino durante a solenidade de lançamento. Segundo ele, a UP quer oferecer ao País um caminho de ponderação, projetando-se como a principal força política em 2026.
A federação nasce com cerca de 20% da representação no Congresso, o que lhe garante grande influência nas votações e acordos políticos. Com os ex-presidentes das siglas originais - Antônio Rueda, do União Brasil, e Ciro Nogueira, do PP - dividindo a liderança da UP, os próximos passos incluem a aprovação de um estatuto conjunto e a formalização junto ao Tribunal Superior Eleitoral.
A movimentação é estratégica, com foco direto nas eleições de 2026. A nova federação busca representar uma alternativa ao discurso polarizado que dominou as últimas eleições, apostando na força institucional e no pragmatismo político para ocupar um espaço de centro ampliado.
A UP não esconde suas ambições no Pará. Uma delas está no cenário de garantir o fortalecimento da base aliada ao governo estadual, em apoio ao governador Helder Barbalho, do MDB, onde a UP tende a se tornar uma peça-chave no projeto de continuidade administrativa.
Isso pode resultar em mais secretarias e influência nos rumos do governo estadual, especialmente em áreas como turismo e infraestrutura para os municípios - pautas em que Celso Sabino já atua de forma direta.
Com a fusão, a UP se posiciona como candidata natural à maior bancada estadual na Assembleia Legislativa e à manutenção - ou ampliação - da sua presença na Câmara Federal. A estratégia inclui a renovação de quadros e o fortalecimento da base municipal.
No Pará, a UP encontra um terreno fértil para crescimento. Sob a liderança de Celso Sabino e com o apoio do governador Helder Barbalho, o Estado pode se tornar vitrine da atuação moderada ao centro que a federação quer imprimir no cenário nacional. Se bem conduzida, a UP tem tudo para sair do papel de coadjuvante para o de protagonista em 2026 - no Pará e no Brasil.

• Galvão Bueno (foto), que narrou nada menos do que 52 jogos da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, opinando sobre a ideia de jerico de vestir o escrete canarinho de vermelho, cor que não integra o Pavilhão Nacional: "isso é uma ofensa sem tamanho à história da Seleção Brasileira".
•Não se trata de uma reação isolada, verdade seja dita. Também é compartilhada pelo senador Randolfe Rodrigues, um dos grandes defensores do governo Lula.
•O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, parece o sujeito capaz de vender até as cores do Brasil para ter um lugar para chamar de seu. Por enquanto.
•Pior: no momento em que o País clama por despolitização, surge um tal fornecedor de camisas disposto a resolver os problemas da seleção trocando as cores da camisa.
•Lembra o homem que flagrou a mulher com o amante no sofá ao chegar em casa: à falta de outra providência, trocou o sofá.
•É mais um capítulo da temerária gestão da CBF, que coleciona resultados ridículos com a seleção e já perdeu, este ano, patrocinadores como Gol Linhas Aéreas, Mastercard, TCL e Farmácias Pague Menos.
•O PDT foi claro com Lula, ontem: se o ministro Carlos Lupi for mandado embora da Previdência Social por conta de sua omissão, o partido sairá do governo.
•Das tetas do INSS, a Contag transferiu R$ 26,4 milhões para buffet e agência de viagens, além de 15 pessoas físicas e jurídicas, segundo informou o Coaf. Verdadeira farra com o suado dinheiro dos velhinhos.
•A Polícia Federal investiga o roubo de R$ 2 bilhões no Caixa Tem em esquema de fraude digital.
•Os criminosos distribuíam propinas a funcionários da Caixa e de casas lotéricas para obter dados pessoais de beneficiários e sacar indevidamente valores.
•Mais do mesmo: o déficit das contas externas do Brasil chegou a US$ 2,245 bilhões em março.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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