Só no primeiro semestre deste ano, companhia contratou 1.486 novos colaboradores
O Grupo BBF, que atua no agronegócio sustentável desde o cultivo da palma de óleo, biotecnologia, produção de biocombustíveis e geração de energia renovável fechou o primeiro semestre do ano com a contratação de 1.486 novos colaboradores. Foram 947 pessoas que começaram a trabalhar nas operações da companhia no Pará, 45 em São Paulo e 494 em São João da Baliza (RR). No momento, ainda estão em aberto 440 vagas de emprego para trabalhar na companhia, no Pará e outros Estados. Para participar dos processos seletivos, os interessados devem se cadastrar pelo site da empresa.
Ao todo, 285 vagas estão abertas para atuar no do Pará nos municípios de Moju, Acará, Belém, Concórdia do Pará, Paragominas e Tomé-Açu. As oportunidades são para estagiário, técnico de automação, assistente jurídico, fiscal de segurança empresarial, auxiliar de mecânico, mecânico industrial e de autos, consultor comercial, auxiliar de logística, supervisor de produção industrial, operador de máquinas agrícolas, coordenador geral de frota, técnico em automação, coordenador agrícola, engenheiro de manutenção industrial, técnico ambiental, operador de máquinas e de pá carregadeira, operador de produção, eletricista de autos, coordenador de desenvolvimento tecnológico, analista de Recursos Humanos, auxiliar agronômico, soldador, motorista de caminhão, líder agrícola e trabalhador rural.
Empregos na região Norte
Atualmente, o grupo BBF se destaca como uma das empresas que mais emprega na região Norte do País, com mais de 6 mil empregos diretos e 18 mil indiretos. A empresa está presente no Acre, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima.
A companhia planeja dobrar o quadro de colaboradores na região amazônica até 2026, ano em que pretende iniciar a produção dos inéditos biocombustíveis Diesel Verde (HVO) e Combustível Sustentável de Aviação (SAF) no Brasil.
“Cerca de 29,6 milhões de pessoas vivem na região amazônica, segundo o Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística, o IBGE. Para o Grupo BBF é fundamental criar oportunidades de emprego e renda para essa população, desde que se mantenha a floresta em pé.
"A gente só vai ter um País justo e falar de impedir o desmatamento quando pudermos oferecer emprego para essa população. Temos 31 milhões de hectares passíveis de ser recuperados com a palma de óleo na região amazônica e a palma não pode ser mecanizada, o que fixa o homem no campo. Esse trabalho é importante porque é inclusivo”, afirma Steagall.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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