Mudar a alavanca para a posição “P” antes de acionar o freio de mão pode causar graves prejuízos mecânicos; saiba como evitar o problema
São Paulo, SP - A praticidade do câmbio automático conquistou definitivamente o motorista brasileiro. No entanto, a ausência do pedal de embreagem frequentemente faz com que condutores ignorem cuidados mecânicos básicos na hora de parar o veículo.
Muitos motoristas cometem erros simples por desconhecimento ao estacionar um modelo sem pedal de embreagem. O processo exige uma sequência correta de comandos que vai muito além de simplesmente mover a alavanca para a posição P (Parking) e desligar o motor.
Essa falha gera um estresse desnecessário nos componentes internos da transmissão. Sabe aquele “estalo” forte ou o tranco que a alavanca dá ao sair da posição P? Esse pode ser um sinal de que o sistema está operando sob severa sobrecarga.
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A seguir, o Jornal do Carro explica o risco desse hábito e traz o guia definitivo para preservar a vida útil da sua transmissão.
O risco de ignorar o freio de mão no câmbio automático
Para entender a importância desse cuidado, é preciso saber como o veículo se comporta mecanicamente. Quando a alavanca está em P, um pequeno pino metálico da transmissão (a trava de estacionamento) se encaixa em uma engrenagem ligada ao eixo de tração, bloqueando o movimento das rodas.
O grande erro acontece quando o condutor para o carro, joga a alavanca direto no P e só depois aciona o freio de mão. Com essa ação, o peso do automóvel não fica retido pelos freios, mas sim apoiado inteiramente sobre esse pequeno componente mecânico.
Com o tempo, essa prática desgasta o sistema e pode causar danos severos e caros na caixa de transmissão.
Passo a passo correto para estacionar veículo automático
Para garantir que o peso do modelo seja sustentado adequadamente pelo sistema de freios, siga esta sequência simples:
Ao adotar essa rotina, você evita manutenções pesadas e garante uma vida útil muito mais longa ao sistema.
Foto; Divulgação
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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