O combate ao narcotráfico e a outros ilícitos resultou ainda em oito prisões em flagrante, cumprimento de três mandados de prisão e apreensão de três motocicletas
Belém, PA - A Polícia Militar do Pará, por meio do Comando de Policiamento Regional I (CPR I), sediado em Santarém, responsável pelo policiamento na região Oeste, realizou entre os dias 31 de março e 6 de abril, no município de Juruti, a Operação "Maré de Ferro". O principal objetivo foi intensificar as ações de combate ao narcotráfico, ao crime organizado e a outros ilícitos praticados em rotas interestaduais pelos rios do Oeste paraense.
A ação, planejada a partir de levantamentos de inteligência, priorizou áreas consideradas sensíveis, com reforço na fiscalizações e atuação integrada das unidades subordinadas ao CPR I. O foco principal foi a repressão qualificada ao tráfico de entorpecentes e à circulação ilegal de armamentos nas vias fluviais e terrestres que cortam o município de Juruti, resultando em significativo impacto às organizações criminosas atuantes na região.
A operação resultou na apreensão de 282,019 quilos de entorpecentes, sete armas de fogo e 56 munições. As equipes também efetuaram oito prisões em flagrante, cumpriram três mandados de prisão e apreenderam três motocicletas utilizadas em atividades ilícitas.
Golpe no tráfico
A atuação conjunta com a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) culminou na lavratura de sete autos de infração, totalizando R$ 2.198.539,91 em impostos e multas. As forças de segurança estimam que o prejuízo financeiro causado ao tráfico de drogas com a operação alcance R$ 5,5 milhões.
A Operação "Maré de Ferro" reforça o compromisso da Polícia Militar do Pará com a segurança pública, evidenciando a importância da integração entre unidades e órgãos parceiros na repressão qualificada ao crime e preservação da ordem pública.
O comandante do CPR I, coronel Aleixo, reforçou a importância das ações da PM em parceria com outras instituições. “O crime organizado atua de maneira estruturada e dinâmica, explorando rotas interestaduais e fragilidades territoriais. Por isso, a integração entre as instituições é essencial para atingirmos não apenas os operadores diretos desses crimes, mas também suas estruturas financeiras e logísticas", explicou o coronel.
Ele ressaltou ainda que “os resultados alcançados em Juruti demonstram isso. Grandes apreensões de entorpecentes, retirada de armas de circulação, prisões e impacto financeiro expressivo às organizações criminosas.”.
Foto: Divulgação
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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