De quebra, time bicolor acabou com o tabu de oito jogos de não vencer como visitante no quadrangular da competição, formato consolidado desde o ano de 2020.
O Paysandu se reabilitou do empate em casa na estreia do quadrangular final da Série C ao vencer o Amazonas por 1 a 0, na tarde deste sábado, na Arena Amazônia, em Manaus. O resultou levou o time paraense aos quatro pontos, o que da a liderança temporária do Grupo C ao Papão. Botafogo-PB e Volta Redonda se enfrentam neste domingo e, seja qual for o resultado, o Paysandu seguirá na zona de classificação para a Série B até a próxima rodada.
O time foi dirigido por Guilherme dos Anjos, que substituiu o pai, Hélio dos Anjos, expulso na partida contra o Volta Redonda e, por isso, suspenso no jogo de hoje. Outra curiosidade da partida foi a ausência do VAR, que esteve desativado no início do jogo por problemas técnicos. Nesta fase da competição, todos os jogos têm a arbitragem de vídeo para revisar as principais jogadas das partidas.
O único gol do jogo aconteceu aos 15 minutos do primeiro tempo. Edilson cruzou da direita e a bola bateu na mão do defensor do Amazonas. Pênalti que o árbitro não teve dúvida em marcar. Mário Sérgio converteu e abriu o placar na Arena da Amazônia, marcando o 8º gol dele na Série C e o 21º na temporada de 2023. Logo em seguida, o Amazonas carimbou a trave do Papão em cobrança de falta.
Já nos acréscimos, o árbitro marcou um pênalti para o Amazonas. O lance levou cerca de 10 minutos para ser revisado e, ao final, a penalidade foi anulada por conta de um impedimento no início da jogada de ataque. Com os acréscimos, a partida beirou os 70 minutos na etapa final.
Após o apito final, jogadores das duas equipes trocaram agressões numa confusão generalizada. Naylhor, zagueiro do Paysandu, foi para os vestiários com o nariz sangrando. De acordo com a assessoria, do clube, o jogador foi atingido por um soco desferido por um integrante da comissão técnica do Amazonas. O Papão volta a campo no próximo domingo, às 16h, em Belém, quando a torcida irá reencontrar o time no Mangueirão.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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