Nos bastidores, cresce temor no governo de perder o controle do Senado - cenário que pode redesenhar o poder.
s primeiros meses de 2026 deixaram uma impressão cada vez menos disfarçada nos corredores do poder: Brasília entrou em modo sucessão. No Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e nas cúpulas partidárias, decisões passaram a ser tomadas com um olho na agenda administrativa e outro no calendário eleitoral. A disputa presidencial deixou de ser projeção distante e passou a orientar movimentos concretos de governo, oposição e partidos de centro.

O presidente Lula segue como peça central do tabuleiro político. Ainda assim, aliados e adversários já operam sob lógica de transição, avaliando cenários, alianças e riscos para a próxima disputa. No Congresso, parlamentares admitem - nos bastidores - que votações sensíveis, CPIs e até embates institucionais já são contaminados pelo ambiente eleitoral.
Entre oposicionistas, o esforço é consolidar uma candidatura competitiva. Governadores e lideranças regionais circulam nas conversas, enquanto partidos testam arranjos capazes de ampliar bancadas e influência nos estados. No centro político, a palavra-chave é reposicionamento.
Na Câmara e no Senado, cresce também um comportamento mais incisivo em relação ao Judiciário, especialmente ao Supremo Tribunal Federal. Propostas sobre limites institucionais e revisão de prerrogativas ganham tração - não apenas por divergências jurídicas, mas pelo peso eleitoral desses temas.
É nesse ponto que surge um elemento ainda pouco exposto publicamente, mas cada vez mais presente nas conversas reservadas: o receio, dentro do governo, de perder o controle do Senado em 2026.
Hoje peça-chave no equilíbrio entre os Poderes, o Senado tem papel decisivo em sabatinas, indicações estratégicas, processos de impeachment e na própria contenção ou avanço de agendas institucionais.
Uma eventual mudança de maioria poderia alterar profundamente o eixo de poder em Brasília - com impacto direto sobre o Judiciário, o Executivo e a estabilidade política do próximo governo.
Parlamentares experientes resumem o momento sem rodeios. Um senador ouvido reservadamente sintetizou o clima: “A eleição já está sendo disputada.”
Se a leitura estiver correta, os próximos meses devem intensificar articulações partidárias, tensionamentos institucionais e movimentos calculados - num cenário em que cada gesto, voto ou declaração deixa de ser apenas político e passa a ser, sobretudo, eleitoral.
•A Constituição Federal de 1988 assegura o sigilo da fonte (Art. 5º, XIV), vedada qualquer restrição à liberdade de expressão (Art. 220). É cláusula pétrea!
•O ministro Alexandre de Moraes (foto) persegue, censura e, sempre que pode, tutela a imprensa justamente para conseguir chegar às fontes que escolhe perseguir.
•Ao chamar Galípolo, do Banco Central, para tratar dos interesses do Banco Master, o ministro rompeu o sinal vermelho da ética e do bom senso - e colhe os frutos da aposta na impunidade.
•Canetas emagrecedoras em troca de voto? Bem, em se tratando de Brasil, tudo é possível.
• “Antes éramos como a garota mais feia do baile; hoje, todo mundo nos chama para dançar” diz Selene Rojas, diretora do sofisticado Shopping Del Sol, no distrito financeiro da capital paraguaia, a respeito de o país vir atraindo as atenções do mundo com uma política de austeridade e baixos impostos.
•A Itália abriu espaço para a contratação de profissionais estrangeiros da área da saúde, incluindo brasileiros, como parte de uma estratégia para enfrentar a falta de médicos e enfermeiros no país.
•A iniciativa permite que hospitais públicos e privados contratem profissionais formados fora da União Europeia, com salários que podem chegar a cerca de R$ 44,6 mil mensais, dependendo da função e da região.
•Não é nada, não é nada, a Petrobras foi quem registrou a maior valorização entre as dez maiores companhias petrolíferas do mundo desde que o conflito entre os EUA e o Irã começou.
•O valor de mercado da estatal cresceu 18,9% no período, atingindo US$ 127,5 bilhões, equivalentes a cerca de R$ 674,5 bilhões na cotação atual, segundo o site Companies Market Cap.
•A retirada, pelos Estados Unidos, semana passada, da proibição de importação de petróleo russo atingiu o Brasil em cheio.
•O Brasil vinha encontrando na China a sua "fonte abundante" de diesel barato, mas, agora, ganhou a concorrência de ninguém menos do que o maior comprador desse produto no planeta, os EUA.
•Isso explica o recente desvio de rota de seis petroleiros para a América: mesmo pagando multas pela não entrega do óleo no Brasil, o dono das cargas obteve ganho extra vendendo o diesel pelo preço do mercado aos ianques.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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