Nomes anunciados como resultado final da escolha repetem lógica interna; era o desfecho previsto.
Tribunal de Justiça do Pará resolveu jogar no campo conhecido. Na sessão de 1º de abril, o Pleno definiu a lista tríplice para a vaga de juiz titular do Tribunal Regional Eleitoral do Pará, atualmente ocupada por Marcelo Lima Guedes, ex-diretor-geral do Detran. E a lista veio redonda - sem sobressaltos e sem surpresas.

Do lado de fora, ficou Emanuel Chaves. Advogado com atuação relevante no cenário político-eleitoral do Estado, especialmente na defesa de lideranças como Airton Faleiro e o senador Beto Faro, ambos do PT, sua ausência não passou despercebida. Mas também não chegou a tensionar o ambiente - sinal de que o resultado já era, em alguma medida, esperado nos bastidores.
Agora, o processo segue para o Tribunal Superior Eleitoral, responsável por analisar a vida pregressa dos indicados. Superada essa etapa, a lista é encaminhada à Presidência da República do Brasil, a quem cabe a escolha final. E aí, convenhamos, dificilmente haverá ruptura com o desenho já consolidado.
Marcelo Guedes, que já ocupa a cadeira e atua como relator de processos sensíveis - inclusive envolvendo o próprio Beto Faro -, aparece mais uma vez confortável na disputa. A permanência, nesse caso, não depende apenas de currículo, mas de um conjunto de fatores que inclui experiência acumulada, trânsito institucional e, sobretudo, ausência de resistência relevante.
O Tribunal teve a chance de promover uma inflexão. Ao que tudo indica, preferiu não mexer no que já está funcionando. Em tempos de disputas acirradas na seara eleitoral, a estabilidade - ainda que previsível - segue sendo tratada como ativo.
No fim das contas, mais do que uma escolha, o movimento confirma uma prática: quando o sistema encontra um ponto de equilíbrio, a tendência é preservá-lo. Mesmo que, do lado de fora, a sensação seja de jogo já jogado.

•O prefeito de Mãe do Rio, Bruno Rebelo (foto), teria mandado impedir a distribuição de peixe prevista para ocorrer hoje. A medida repousa na responsável pela distribuição, sua adversária na última eleição.
•O Pará não aderiu – sequer explicou o motivo - ao subsídio do diesel proposto pelo governo federal. Pelo acordo, cada ente ficaria responsável por bancar R$ 0,60 por litro por dois meses.
•Além do Pará, Amapá, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Tocantins também seguem fora do acordo. Ao menos até agora.
•Villar Júnior, presidente do Pará Clube, reúne convidados, amanhã, para a celebração dos 123 anos de agremiação.
•Ontem, o vereador Sharles Peixoto, do PT de Conceição do Araguaia, protocolou na Câmara pedido de abertura de uma CPI para investigar possíveis irregularidades e fraudes em licitações no município.
•Com as novas regras do crédito rural, bancos viram "fiscais do desmatamento", sendo obrigados a barrar financiamento a áreas com desmate irregular.
•Uma nova regra em vigor desde quarta-feira passou a exigir que os bancos verifiquem se os solicitantes de crédito rural têm algum desmatamento em suas propriedades, usando ferramentas do governo que fornecem dados baseados em imagens de satélite.
•Significa que, se os gerentes de banco detectarem qualquer desmate desde 2019 na Amazônia ou em áreas de vegetação nativa, os agricultores que solicitarem crédito rural com recursos públicos deverão apresentar provas de autorizações de desmatamento para ter seus empréstimos aprovados.
•Na prática, seria mais ou menos como se o governo estivesse "passando a bola" ou terceirizando a responsabilidade de fiscalizar e punir os vilões do meio ambiente.
•O governo chinês proibiu o uso de apartamentos vazios para guardar cinzas de mortos. A prática ganhou força com a alta de custos funerários e a escassez de cemitérios no país.
•Com a queda de até 40% nos preços de imóveis desde 2021, famílias passaram a transformar unidades em altares. Em Pequim, túmulos chegam a custar até R$ 226 mil.
•A medida antecede o festival Qingming, espécie de Dia de Finados chinês, e veta imóveis usados para esse fim e enterros fora de áreas autorizadas.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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