Para bons observadores, expressões faciais mostram que é nítido o desconforto entre a cúpula do governo estadual e a chamada “República de Ananindeua”.
A menos de dez dias de completar 408 anos de fundação, Belém é um lixão a céu aberto e a promessa do prefeito Edmilson Rodrigues de abrir o ano novo com uma “revolução contra o lixo” não passa de uma promessa, até agora.
Apressado em divulgar a melhoria futura da mobilidade urbana, governo dá o que se chama por aí de “tiro no pé”.
Assalto à propriedade de ex-prefeito, semana passada, acendeu sinal amarelo; Sistema de Segurança Pública Pará foi acionado, mas produtores prometem recorrer às armas.
Dito e feito: a braços com denúncias de corrupção na Agência, ações nada republicanos mostradas em vídeos, e politicagem, Helder Barbalho bate o martelo.
Comemorações ocorreram no “Espaço Afrorregilioso Mãe Dinair”, à Augusto Montenegro, sem queima de fogos de artifício.
Articulações atribuídas ao MDB preveem desarticular diretórios municipais de partidos que integram a base aliada do prefeito de Ananindeua, a começar pelo PT.
Warao pagam aluguel de pelo menos R$ 9 mil por casa insalubre no Centro De Belém; conta se baseia no valor diário de R$ 30 cobrado de cada um dos 50 a 70 residentes.
A democracia brasileira está sendo reduzida a um teatro caro, ruim e vergonhoso, onde o povo é apenas figurante.
Busca ao "déficit zero" não deve sacrificar ainda mais o setor produtivo nem o mercado de trabalho, e começar pelo enxugamento dos gastos do governo federal.
Mal das pernas, cooperativa fecha o ano perdendo médicos de diversas especialidades com gradativas dificuldades aos usuários.
Igeprev publica portaria que manda chefe do Estado Maior para a reserva e deixa sem explicações um dos maiores escândalos na "briosa Polícia Militar do Pará".
O parlamentar do PSD também ganha destaque por ser o 1º em produtividade pela bancada do Pará, com mais de 700 proposições de distância do segundo colocado.
Ligações advertem para o valor e a data do pagamento e sobre as punições a que estarão sujeitos empresários que “subverterem a ordem”.
É tanto dinheiro que até o mercado nacional, onde poucas empresas são avaliadas com valor acima de R$ 900 milhões, teria dificuldade de operar a premiação, explica especialista.
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