Coordenador fazendário em Itinga, Virgílio Gomes consta em documentos obtidos pela coluna como sócio da empresa Nova Belém Transporte Ltda, com sede no interior de São Paulo.
Além de cobrar o dobro do valor praticado no transporte de passageiros a partir de Icoaraci, a empresa estaria ‘faltando com o respeito a crianças e idosos’.
Enfim, não foi por falta de aviso, mas de atenção; pensando bem, prefeitura não tem vento nem para empinar a pipa da Semob, onde ‘flanelinhas’ se refrescam no ventilador dos desmandos.
“Cabide de empregos” enfurece servidores públicos, muitos dos quais não recebem sequer salário mínimo; relação aponta motorista e chefe da segurança com cerca de R$ 6 mil mensais.
Decisão deve “melar” sequência de irregularidades denunciadas na Agência dominada por políticos em detrimento dos usuários.
Vereadora e coordenadora do Sintepp Belém sugere ao prefeito Edmilson Rodrigues procurar outro partido e ser feliz.
Má aplicação de recursos por ineficiência do controle e da fiscalização pode levar ao descredenciamento de parte da rede de assistência, mas há resistência.
Assédio moral é prática comum contra agentes públicos no transporte intermunicipal e são obrigados a atuar segundo a cartilha do ex-vereador Wildson Melo, que segue impune.
Crônica sobre hipóteses políticas desinteressadas, mas plenamente possíveis em um domingo de verão; as cartas estão na mesa.
Investigar e elucidar homicídios é uma das principais estratégias para reduzir esses crimes, mas, no município, até as sessões do Tribunal do júri popular caíram.
Com direito à renovação por igual período, o contrato prevê, segundo o edital, que o contribuinte deve bancar os custos do negócio envolvendo figurões e duas grandes empresas através das tarifas de energia elétrica e de água.
Suposto desmonte operado pela Secretaria de Saúde determina o fim dos plantões de final de semana a partir de amanhã.
Operação de helicóptero em área urbana por uma pessoa supostamente não habilitada ameaça a segurança da população; novos ricos são monitorados pelo serviço de Inteligência do Pará.
Sete cidades paraenses acima de 100 mil habitantes estão entre as 50 mais violentas do Brasil: Altamira (7º), Itaituba (15º), Marabá (26º), Paragominas (32º), Parauapebas (35º), Castanhal (45º) e Marituba (50º).
Se é verdade que a natureza sempre vence, desta vez a vitória foi dupla, senão pelo simples fato de despertar o prefeito de ‘sono profundo’.
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