Ex-integrante do “staff” de Edmilson Rodrigues na Prefeitura de Belém, Rodrigo Moraes, do PCdoB, prometeu resolver um imbróglio judicial, inflou ânimos e deixou o caso para trás.
Nomeações favorecem planos do vereador Braga, do MDB, incluem servidor com processo na Justiça por conduta inapropriada e substituições em cargos ao arrepio da legislação.
Em dois, Abelardo Santos e o de Tucuruí, falta de recursos compromete serviços, mesma situação em que estaria o Metropolitano.
Daniel Santos publica em uma rede social viagens à Irituia e à região do Marajó, em claro sinal de campanha para 2026.
Em meio à polêmica sobre a ausência da UFPA na organização do evento, a Conferência ainda não tem presidente escolhido, mas sabe-se que “família COP” soma 7 mil integrantes.
Pressão aumenta sobre Estado e Ministério da Educação; lideranças que ocupam prédio da Secretaria insistem em permanecer à espera de reunião com o governador.
Petista integra movimentação política na gestão de Ananindeua e abre debate interno no partido, inclusive com possibilidade de expulsão por quebra de compromisso ético.
Suposto afastamento da Universidade paraense do planejamento da Conferência do Clima da ONU em Belém gera debates e críticas ao que estudiosos chamam de “colonialismo interno”.
Banco coordenou a emissão de debêntures no valor total de R$ 4,5 bilhões para construção da usina.
Dispositivo legal sugere que candidatura de Clay Chagas representaria um terceiro mandato, mesma configuração aplicada nas eleições pela Justiça Eleitoral do País, mas há divergências.
Se bem andou, obra de construção do mercado municipal foi retomada ontem, o que, para feirantes e moradores do bairro, “é muito”, já que estão acostumados a “quase nada”.
Tiro do PIX foi tiro no pé do governo Lula, com efeitos colaterais; está antecipado em quase dois anos o cenário para as eleições de 2026.
Estado tem prazo de cinco dias para informar nomes dos responsáveis pela determinação de uso da força policial, agentes e de funcionários da empresa terceirizada pela Secretaria.
Ministra Sônia Guajajara teria pedido abertura de diálogo, mas secretário de Educação não compareceu para negociar com as lideranças indígenas e situação tende a se agravar.
A distância entre a defesa dos direitos das comunidades tradicionais e a ocupação da Seduc equivale a oito anos por culpa do próprio Estado, no caso, pela morosidade da Justiça Federal.
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