Manifestação é “ordeira”, desde que Secretaria admita negociar, adverte um cacique presente; manifestantes sugerem que crédito carbono estaria por trás de suposto acordo com governo.
Criação da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento às Mudança Climáticas é um sopro no cenário da convenção da ONU em Belém, evento para o qual Daniel Santos não será convidado.
Referência é ao advogado Adnan Demachki, duas vezes prefeito de Paragominas, e sua jornada para tornar o município do nordeste do Pará referência ambiental.
Manifestação do governador soa como “ato de confronto” ao governo federal, mas bastidores apontam que presença brasileira na posse de Maduro foi apenas “ato protocolar”.
Uma pequena parte do mercado parcialmente reformado será entregue para o corte do bolo de aniversário, cuja programação, de três dias, revelou que o prefeito Igor Normando canta.
Reclamações são recorrentes, mas não há órgão de fiscalização capaz de resolver o problema, como a Justiça fez no Aeroporto Internacional de Belém contra a mesma empresa.
O que parece ser problema para o Estado receber a convenção da ONU corre para virar solução para a rede hoteleira do Pará.
Reitor Clay Chagas pulou do barco de Edmilson Rodrigues para o de Igor Normando, que não tem militância capaz de ajudar a eleger um reitor nem mesmo na Uepa.
“Publicações levam a entender que, para colocar em licitação e vender o hospital, governo do Pará adotou uma nova estratégia, mais sutil”, avalia o jornalista Lúcio Flávio Pinto.
Lista inclui DAS, secretários e dirigentes da administração indireta, com previsão de “reposição” do quadro, exceto aqueles indicados por ex-aliados e "retirantes da República”.
Ex-prefeito Raimundo Oliveira atirou para todo lado onde via um adversário político na solenidade de posse do novo prefeito e vereadores e amplia dados da própria ficha corrida.
Nem era “Tigrinho”, nem jogo de azar, mas fraude com jeito de “pirâmide” abriu um rombo de remorsos entre moradores da cidade que sonhavam, mas não conseguiram ganhar tanto.
Da extensa lista, a mais emblemática é a do Complexo do Ver-o-Peso, primeira entre os preparativos para a COP30, com investimentos de R$ 64 milhões, mas o tempo conspira.
Medida ocorre exatamente no dia da volta às aulas e rende duras críticas ao silêncio conivente do DCE, acusado nas redes sociais de não agir para evitar dados aos estudantes.
Frequentes visitas do MP explicam a encrenca administrativa na gestão do ex-prefeito Seu Carlos, mas ele prefere não vê; em Salvaterra, lei fantasma criou até a Secretaria de Finanças.
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