Orientação a mais de 120 emissoras, incluindo a TV Liberal, no Pará, prevê fiscalização, multas e quebra de acordos em casos de parcialidade política.
TV Globo enviou, nesta semana, uma orientação formal às suas mais de 120 afiliadas em todo o País com instruções específicas sobre a cobertura jornalística no período pré-eleitoral. A medida atinge também a TV Liberal, no Pará, estabelece uma política mais rígida de atuação e adverte que emissoras locais denunciadas por parcialidade ou por veiculação de propaganda em favor de candidatos.

As emissoras que descumprirem a medida poderão sofrer sanções que vão desde advertências até a não renovação dos contratos de parceria com a rede.
Segundo a orientação, confirmada por fontes ligadas ao jornalismo da própria Globo e de afiliadas, o objetivo é garantir uma cobertura uniforme em todo o território nacional, alinhada aos padrões editoriais da empresa.
Para isso, a equipe responsável pelo relacionamento com as afiliadas deverá monitorar reportagens e abordagens consideradas fora do que a emissora entende como aceitável dentro do contexto eleitoral.
No comunicado, a Globo também relembra que eventuais infrações à legislação eleitoral podem resultar em multas tanto para a afiliada quanto para a própria rede, conforme entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A medida foi recebida com apreensão por parte de algumas parceiras. Nos bastidores, pesa o fato de que diversas afiliadas ainda são controladas por políticos ou por familiares de agentes públicos, em um cenário historicamente sensível em períodos eleitorais.
Internamente, o recado é direto: o descumprimento das diretrizes pode levar a desfechos semelhantes aos registrados recentemente com a TV Gazeta, de Alagoas, e a TV Fronteira, de Presidente Prudente, em São Paulo, que tiveram seus contratos de afiliação encerrados por motivos relacionados ao uso político das concessões.
Em outubro de 2023, a Globo comunicou à TV Gazeta que não renovaria o vínculo após escândalos envolvendo o canal, entre eles o uso da emissora em um esquema de corrupção que envolvia seu proprietário, o ex-presidente Fernando Collor, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A rede também acusava Collor de utilizar a afiliada para autopromoção e ataques a adversários políticos. O rompimento só foi efetivado no ano passado, após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Já no caso da TV Fronteira, a não renovação da parceria ocorreu após a Globo concluir que o presidente do Grupo Paulo Lima, Paulo Oliveira Lima, utilizou telejornais locais para promover a própria imagem com fins eleitorais, em meio a um projeto de candidatura à prefeitura.

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Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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