Pará é o estado com maior volume financiado pelo Fust na região Norte; apoio é voltado à ampliação da infraestrutura de telecomunicações e acesso à conectividade
BrasÃlia, DF - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou R$ 138,89 milhões em valor financiado com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para o Pará desde agosto de 2023, ano em que o fundo começou a ser operacionalizado, até junho de 2026.
O Pará é o estado da região Norte com maior volume de recursos recebidos do Fust. Ao todo, 211 provedores em 78 municÃpios no estado foram contemplados pela iniciativa, que tem como objetivo a expansão e melhoria das redes de telecomunicações e o desenvolvimento de novas tecnologias de conectividade.
"O Fust tem o propósito de ampliar o acesso aos serviços de telecomunicações por meio do apoio a investimentos em infraestrutura de conectividade", afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
O programa BNDES Fust soma R$ 3,06 bilhões financiados em todo o Brasil no perÃodo, entre financiamento direto e indireto e apoio financeiro não reembolsável. Os valores aprovados para 497 provedores locais em 1503 municÃpios apoiam a expansão de redes de fibra óptica e fortalecem o desenvolvimento regional através da conectividade em escolas e residências do interior brasileiro.
Fust
Criado pela Lei 9.998/2000, após a privatização do Sistema Telebrás, o fundo tem como objetivos estimular a expansão, melhorar a qualidade das redes e dos serviços de telecomunicações, reduzir as desigualdades regionais e estimular o uso e a criação de novas tecnologias de conectividade para promoção do desenvolvimento econômico e social.
O Ministério das Comunicações (MCom) é o órgão responsável pela polÃtica pública do Fust e pela administração do fundo, enquanto o BNDES atua como agente financeiro, operacionalizando linhas de crédito e instrumentos de financiamento com recursos do fundo.
O dashboard com o desempenho do Fust está disponÃvel no site do BNDES.
Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A ProvÃncia do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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