Unidade retoma atendimentos de média e alta complexidade com foco na redução da mortalidade materna e infantil
Belém, PA - O Governo do Pará reabre, na próxima segunda-feira (30), o Hospital Estadual Materno-Infantil de Ananindeua Anita Gerosa, na Região Metropolitana de Belém. A unidade, reestruturada pelo Estado após ter sido fechada pela prefeitura do município, vai ampliar o acesso a serviços especializados para mães e bebês.
A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), fortalece a descentralização da assistência e amplia a oferta de atendimentos na Região de Saúde Metropolitana I, que abrange Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides e Santa Bárbara do Pará, alcançando mais de 2 milhões de habitantes.
Com investimento de aproximadamente R$ 5 milhões, o hospital passa a integrar a rede estadual com perfil voltado ao atendimento materno de médio e alto risco e à neonatologia. A unidade reforça as estratégias do Estado para a redução da mortalidade materna e infantil, acompanhando a melhoria dos indicadores registrada nos últimos anos.
O secretário de Estado de Saúde Pública, Ualame Machado, destacou a importância da unidade para o fortalecimento da rede pública.
“Essa iniciativa demonstra como investimento, gestão eficiente e planejamento se traduzem em acesso real à saúde. O novo materno-infantil de Ananindeua será um suporte fundamental para a Região Metropolitana, ampliando o acesso às mães e bebês, garantindo atendimento qualificado e acompanhamento adequado. Nosso compromisso é seguir fortalecendo estruturas que promovam dignidade, resolutividade e cuidado humanizado para a população paraense”, afirmou.
Atendimentos e serviços
O hospital oferecerá consultas especializadas, internações, cirurgias e exames de média e alta complexidade. A ampliação da oferta contribui para reduzir o deslocamento de pacientes para a capital e garante atendimento mais próximo e ágil, especialmente para gestantes em trabalho de parto.
Estrutura moderna
A unidade contará com 62 leitos de internação, sendo 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI): 10 adultos e 10 neonatais. O perfil assistencial inclui atendimento materno de médio e alto risco, além de suporte neonatal.
Entre os serviços disponíveis estão cirurgia geral, obstetrícia, ginecologia e neonatologia, além de apoio diagnóstico e terapêutico com exames como análises clínicas, raio-x, mamografia, ultrassonografia, eletrocardiograma, biópsia de mama e colposcopia.
O hospital funcionará com porta aberta para urgência e emergência obstétrica, atendendo gestantes de risco habitual e alto risco, puérperas até o 42º dia pós-parto e recém-nascidos até o 28º dia de vida.
Inicialmente, a gestão da unidade será realizada pela equipe da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, referência nacional na assistência materno-infantil. Todos os serviços serão ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O hospital também contará com a Rede Alyne, iniciativa do Governo Federal instituída em setembro de 2024, que atualiza e substitui a Rede Cegonha. A estratégia promove um modelo de cuidado humanizado e integral à saúde da gestante e da criança no SUS, com metas de redução da mortalidade materna e infantil até 2027.
Foto: Agência Pará
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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