Denúncia feita por Júnior Amaral envolve contratos de quase R$ 800 mil, possíveis empresas de fachada e episódio polêmico ocorrido em bar de Belém
ão costumo falar da vida pessoal das pessoas”. A frase, dita pelo vereador Júnior Amaral, de Marituba, abriu uma intervenção fora do script - e sem quórum - na Câmara Municipal. Na tribuna, ele trouxe à tona denúncias que, segundo afirma, envolvem contratos da prefeitura e possíveis conexões com a vice-prefeita Bárbara Marques.

De acordo com o parlamentar, documentos obtidos por seu gabinete indicariam a existência de contrato entre a prefeitura e a empresa Contrate Comércio. A firma, segundo ele, estaria registrada em nome de uma mulher com vínculos pessoais com pessoas próximas à vice-prefeita - ponto que, na avaliação do parlamentar, justificaria apuração por órgãos de controle.
Outro elemento citado por Amaral é o cadastro de diferentes empresas em um mesmo endereço, na rodovia Mário Covas, em Ananindeua. Para o vereador, a coincidência levanta dúvidas sobre a estrutura real das operações e a regularidade dos contratos firmados com o poder público.
Ainda segundo o parlamentar, pagamentos realizados no início deste mês à empresa mencionada somariam cerca de R$ 800 mil. Ele sustenta que os dados apontariam para um possível padrão de atuação que precisa ser investigado.
Amaral também mencionou que a vice-prefeita já foi alvo de investigação anterior, com atuação da Polícia Federal, em apurações envolvendo recursos públicos nas áreas de saúde e educação. O vereador afirma que novos indícios sugeririam alcance mais amplo dentro da administração municipal - o que ainda depende de verificação oficial.
O caso ganhou tração nas redes após a circulação de um vídeo que registra uma confusão ocorrida na noite de 2 de abril, em um bar em Belém. O conteúdo passou a ser associado à vice-prefeita.
As imagens, no entanto, não permitem identificar com clareza todos os envolvidos. Há registros em que uma mulher apontada como Bárbara Marques aparece, mas a associação do episódio com os fatos denunciados não foi comprovada até o momento.
O vereador afirma que o episódio envolveria a vice-prefeita e um homem casado, supostamente surpreendido pela esposa no local. Segundo Amaral, o casal teria ligação com empresas registradas no mesmo endereço da Contrate Comércio - hipótese que, para ele, reforçaria a suspeita de mistura entre relações pessoais e contratos públicos.
“Não se trata de vida pessoal. Mas quando ela interfere diretamente na gestão pública, precisa ser investigada”, declarou.
Amaral informou que formalizou a denúncia na Câmara e pretende encaminhar o material ao Ministério Público do Estado, pedindo apuração. Ele também destacou que os pagamentos sob questionamento teriam ocorrido durante período de estado de emergência no município - fator que, segundo avalia, amplia a gravidade do caso.
Até o momento, nem a vice-prefeita Bárbara Marques nem a Prefeitura de Marituba apresentaram manifestação oficial sobre as declarações do vereador.

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Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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