os últimos anos, o turno de trabalho noturno na UFPA,
principalmente quando chove intensamente, têm sido de estresse e
transtornos no Campus do Guamá. Tudo porque noite sim, noite não a
falta de energia elétrica tem tirado a comunidade acadêmica do sério.
Constantes interrupções vem afetando a execução do período letivo, causando
prejuízo aos alunos e desconforto aos professores.

Quem
entende do riscado explica que a rede elétrica do campus está defasada, pois
a ainda é a mesma dos anos 1990, quando a Universidade tinha uma estrutura
muito menor do que agora. Por exemplo: naquela época eram apenas cinco
institutos - ou centros -, que agora são mais de dez, o que levou à expansão do
número de edificações para cerca de 25 novas edificações.
Para se ter ideia, somente o Edifício Mirante do Rio, complexo de dezenas de salas de aulas, têm quatro andares e três elevadores. Portanto, se investimentos nessa área não forem feitos rapidamente, o turno noturno no Campus do Guamá da UFPA será em breve uma ficção.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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