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Tragédia

Corpo de piloto do avião que caiu em Copacabana é resgatado

Acidente teve apenas uma vítima; empresa não tinha autorização para fazer propaganda

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  • 28/12/25 09:00
Corpo de piloto do avião que caiu em Copacabana é resgatado

Rio de Janeiro, RJ - Equipes de resgate do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro retiraram do mar o corpo do piloto do avião de pequeno porte, tipo ultraleve, que caiu na orla da Praia de Copacabana, no começo da tarde deste sábado, 27.

  

O avião monomotor matrícula PT-AGB fazia voos de propaganda quando caiu. Os Bombeiros foram acionados às 12h34 e iniciaram os trabalhos de busca.


Cerca de 2 horas depois, a corporação informou que o corpo de uma pessoa foi retirado do mar e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação.


Segundo a Torre de Controle de Voo de Jacarepaguá, somente o piloto estava a bordo.

Mais de 30 agentes participaram dos esforços de busca, com emprego de aeronaves, motos aquáticas, equipes de mergulho, embarcações infláveis e drones.


As buscas contaram também com o uso de sonar, equipamento capaz de captar imagens do fundo do mar e auxiliar na localização de possíveis vítimas e destroços.


A queda foi na altura do Posto 3 da orla de Copacabana, que fica próximo ao tradicional hotel Copacabana Palace e de onde está montado o palco principal para o Réveillon.


O sábado é de sol forte no Rio, o que levou bastante pessoas à praia. Em dias de praia cheia, é comum a circulação de ultraleves que expõem faixas publicitárias sobrevoando a orla carioca.


Modelo e propriedade


De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o ultraleve é um Cessna modelo 170A, com capacidade para apenas uma pessoa.


O monomotor é operado e de propriedade da empresa Visual Propaganda Aérea - Eireli.

A situação de aeronavegabilidade era considerada normal, ou seja, apta a voar. A Agência Brasil buscou contato com a empresa e está aberta a manifestações.


Foto: Divulgação

(Com a Agência Brasil)

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Olavo Dutra

Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.