Ex-aliado de Patrícia Alencar, ex-deputado federal surge como peça extra no tabuleiro eleitoral ante o enfraquecimento da gestora.
Ex-deputado usa rede social para anunciar disposição de concorrer à sucessão ante o desgaste da atual prefeita de Marituba/Fotos: Arquivo-Redes Sociais.
transferência do domicílio eleitoral do ex-deputado federal Vavá Martins para Marituba adicionou um novo ingrediente ao já turbulento cenário político do município. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o agora filiado ao Partido Novo confirmou a mudança e classificou o gesto como um “passo estratégico”, deixando em aberto a possibilidade de disputar cargos eletivos na cidade, inclusive a prefeitura.
Aliás, Martins já se declarou como “futuro prefeito” de Marituba. A movimentação rapidamente repercutiu nos bastidores políticos por envolver um personagem que, no passado, já esteve alinhado ao grupo político da prefeita Patrícia Alencar.
O gesto é interpretado como mais um sinal de reorganização das forças locais diante do desgaste enfrentado pela atual gestão e das crescentes dificuldades de Patrícia em construir um sucessor competitivo.
A avaliação geral é de que a prefeita vive hoje um cenário de isolamento político. A sequência de polêmicas envolvendo seu nome, somada ao desgaste administrativo provocado pelas enchentes e pela cobrança pública em torno dos recursos destinados à macrodrenagem do rio Uriboca, reduziram significativamente sua capacidade de articulação.
Além disso, antigos aliados passaram a ocupar posições mais independentes e, em alguns casos, abertamente críticas. Entre os nomes citados nos corredores políticos de Marituba está o do ex-marido da prefeita, Moisés Mendes, que mantém influência em segmentos locais e pode surgir como mais um fator de fragmentação eleitoral.
A possível entrada de Vavá Martins na disputa também chama atenção pelo diálogo histórico que mantém com setores evangélicos, eleitorado considerado decisivo em Marituba, e que hoje também se sente traído por Patrícia.
Integrantes desse segmento avaliam que o cenário atual abre espaço para candidaturas com discurso de renovação administrativa e reposicionamento político.
A ida de Vavá para o Novo ainda reforça um movimento de oposição mais pulverizada, porém crescente, diante de uma gestão que enfrenta dificuldades para manter a unidade do grupo político construído nos últimos anos.
Embora ainda não haja confirmação oficial de candidatura, a transferência de domicílio eleitoral foi suficiente para acender o alerta no núcleo governista e reaquecer as articulações para 2026 e, sobretudo, para a sucessão municipal seguinte.
Em uma cidade marcada por disputas intensas e rápidas mudanças de alianças, o gesto de Vavá Martins pode representar mais do que uma mudança burocrática: pode ser o primeiro passo de uma nova configuração política em Marituba.

•Corre nos bastidores da Polícia Civil do Pará que o atual corregedor, ex-delegado-geral Walter Rezende (foto), não deve retornar ao cargo depois das férias.
•Na ausência do delegado, ocupa o cargo Geraldo Borges Neto, atual diretor da Divisão de Disciplina da Corregedoria, mas dele não se diz, na Polícia, ser uma simpatia de pessoa; muito pelo contrário.
•A Polícia Federal deflagrou, ontem, a 5ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de corrupção envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro.
•A defesa de Daniel Vorcaro entregou à Polícia Federal e à PGR proposta de delação premiada sobre as fraudes bilionárias investigadas na instituição. As autoridades agora analisam se há provas suficientes para validar o acordo.
•A nova etapa mira, pela primeira vez, o núcleo político da investigação. Um dos alvos é o senador Ciro Nogueira.
•A nova Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos cria regras e instrumentos de governança para estimular a pesquisa, a extração, o beneficiamento e a industrialização de minerais essenciais para o desenvolvimento tecnológico do País.
•Hugo Motta ressaltou a importância da extração e comércio dos minerais críticos e estratégicos para o futuro. Ele comparou o potencial das terras raras ao papel realizado pelo petróleo para o desenvolvimento nacional.
•AGU pediu ao STF que derrube a lei de redistribuição dos royalties do petróleo. Segundo o governo federal, a validação da norma pode provocar perda anual de cerca de R$ 9 bilhões para a União.
•A Comissão de Minas e Energia da Câmara rejeitou projeto que liberava a recarga fracionada de botijões e o enchimento por empresas de outras marcas. O relator, Beto Pereira, argumentou que o Gás do Povo já fixou regras para o setor, com foco em segurança e rastreabilidade.
•A Coreia do Norte revisou sua Constituição e abandonou o termo “socialista”, usado para identificar sua Carta Magna desde 1972. A mudança foi divulgada pelo Ministério da Unificação, da Coreia do Sul. Segundo o jornal sul-coreano “Chosun”, todas as cláusulas referentes ao bem-estar social gratuito foram eliminadas.
•Expressões como “nosso país onde os impostos foram abolidos”, “nossos trabalhadores que não conhecem o desemprego” e “sistema de saúde gratuito” também foram retiradas.
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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