Na linguagem popular, "quem joga por necessidade perde por obrigação"; governador do Pará tem ao menos três opções para a disputa na capital, com maior ou menor risco.
A magistratura segue em silêncio, abrindo os presentes da “Mamãe Noel” Maria de Nazaré Gouveia, presidente do Tribunal de Justiça, a quem se atribui a distribuição dos mimos.
Juiz convocado entendeu que prisão preventiva de Franklin Lauriano da Costa, considerado o maior devastador do Brasil, poderia ser substituída por “medidas cautelares diversas da prisão”.
Em entrevista à CNN Brasil, o governador diz não acreditar na existência de qualquer ator com mandato político contrário à democracia, “sob pena de renunciar à legitimidade do processo eleitoral”.
Sindicatos se queixam que maioria dos servidores tem perda salarial acumulada de 25% nos últimos cinco anos.
Obras para pronta entrega como "presente para Belém" não chegam aos pés da necessidade da população, mas a maioria é anunciada em placas da prefeitura e do governo do Estado
Residências e estabelecimentos comerciais convivem lado a lado, praças e ruas são ocupadas irregularmente e residentes pedem providências.
Prefeitura de Belém e Secretaria de Saúde do Estado não confirmam informação, mas município traça estratégias e reforça abastecimento de saúde nos postos de atendimento por recomendação do MS e OMS.
No aniversário de 408 anos, dia 12 deste mês, Belém, administrada pelo prefeito Edmilson Rodrigues, só receberá obras bancadas com recursos do governo do Estado.
Situação se repete com raras alterações no ‘cardápio’ de escolas em muitas prefeituras do interior do Pará porque o dinheiro repassado pelo governo federal para isso "não rende".
Depoimento gravado por um dos agricultores desalojados da terra por decisão do STF remete episódio ao limbo da história.
A corrupção no Brasil é endêmica e sistêmica, com efeitos deletérios na política, na economia, no cotidiano nacional e na forma como o País é visto aos olhos do mundo.
Declarações de Alexandre de Moraes apontam Abin em três supostos planos que o levariam a enforcamento na Praça dos Três Poderes; só faltam as provas.
Núcleo do governo avalia que Daniel age de duas maneiras diante e distante de Helder, mas impõe pedidos que o Helder não digere, mas ampliam o raio da tensão política entre ambos.
Para bons observadores, expressões faciais mostram que é nítido o desconforto entre a cúpula do governo estadual e a chamada “República de Ananindeua”.
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