Atacante está vinculado ao Al Hilal, mas diz que o futebol é cheio de surpresas
Riad - O trio MSN, Messi, Suárez e Neymar, que brilhou no Barcelona entre 2014 e 2017, pode se reunir novamente Foi o que afirmou o próprio Neymar. Segundo o brasileiro, que atualmente defende o Al Hilal, da Arábia Saudita, o futebol é "cheio de surpresas" e o encontro no Inter Miami, pelo qual atuam Messi e Suárez, nos Estados Unidos, é possível.
"Obviamente, jogar novamente com Messi e Suárez seria incrível. Eles são meus amigos, ainda falamos um com o outro. Seria interessante reviver esse trio. Estou feliz no Al Hilal, estou feliz na Arábia Saudita, mas quem sabe. O futebol é cheio de surpresas", disse Neymar em entrevista à CNN Esportes, após receber, em Dubai, o Player Career Award.
Neymar deixou o Barcelona em 2017, após receber uma promessa milionária do Paris Saint-Germain. Depois de seis temporadas no futebol francês, em 2023, o atleta revelado pelo Santos se transferiu para o Al Hilal com mais uma proposta valiosa.
"Quando saiu a notícia de que eu estava saindo do Paris Saint-Germain, a janela de transferências nos Estados Unidos estava fechada. Então, não tive essa opção", afirmou Neymar sobre a possibilidade de ter jogado anteriormente no Inter Miami "O projeto que me ofereceram (na Arábia Saudita) foi muito bom, não só para mim, mas também para a minha família. Por isso, ir para a Arábia Saudita foi a melhor opção."
O interesse em retomar o trio MSN também existe do lado do Inter Miami. O dono do time, Jorge Mas, afirmou no final de 2024 que gostaria de contar com Neymar. Porém, lembrou que o atleta tem contato com o Al Hilal até junho de 2025. Antes disso, o astro inglês David Beckham, que também é um dos sócios da equipe norte-americana, brincou em um encontro com Neymar sobre o desejo de ter o brasileiro na equipe.
Durante a entrevista, Neymar ainda falou sobre o sonho de conquistar a Copa do Mundo de 2026 com a seleção brasileira. "Tenho muita fé na equipe, nos jogadores que estão surgindo, que são jovens. Acho que juntos podemos alcançar algo muito grande", disse.
"Temos um ano, um ano e meio para trabalhar, para fazer as coisas certas para chegar à Copa do Mundo. Vou tentar. Eu quero estar lá. Farei tudo o que estiver ao meu alcance para fazer parte da seleção. Sei que esta será minha última Copa do Mundo, minha última chance e farei tudo que puder para jogar."
Estadão Conteúdo
Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.
Comentários
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